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Febraban defende Pix após investigação comercial dos EUA

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A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) emitiu, nesta 3ª feira (2.jun.2026), uma nota que defende o Pix depois de os Estados Unidos citarem o sistema em uma investigação comercial sobre “práticas desleais” por parte do Brasil. Leia a íntegra (PDF – 9,8 kB).

Segundo o relatório apresentado pelo governo norte-americano, o Brasil teria adotado medidas consideradas prejudiciais a empresas dos Estados Unidos, entre elas o Pix. De acordo com o documento, o sistema de pagamentos criado pelo Banco Central representaria uma forma de concorrência estatal aos cartões de crédito privados.

Na 2ª feira (1º.jun), o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), propôs uma tarifa de 25% sobre uma ampla lista de produtos importados do Brasil, com exceção de itens como carne bovina, café, terras-raras, equipamentos aeronáuticos e algumas frutas e verduras. Leia a íntegra (PDF – 915 kB). 

O que diz a Febraban

Em resposta, a Febraban afirmou que a ferramenta desenvolvida pelo Banco Central é uma “infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos. Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras. Não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional, já que é um sistema de pagamentos local e em reais”.

Por fim, o órgão afirmou que tem “boa expectativa” de que “as contribuições do BCB [Banco Central do Brasil] e dos integrantes do sistema bancário brasileiro, incluindo bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das conclusões do órgão americano de comércio”.

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